Tenha sempre à mão o telefone de emergência:

197 Polícia Civil;

190 Brigada Militar ;

Bombeiros.

Quando chegar ou sair de casa, fique atento. Essas são as ocasiões mais propícias para roubos e sequestros

. Se desconfiar, aguarde, dê uma volta no quarteirão e chame a Brigada Militar pelo fone 190.

Marque hora com as pessoas que farão serviços em sua casa; exija sempre identificação e nunca as deixe sozinhas. Guarde em local seguro as notas fiscais de série de seus bens (TV, som, vídeo, relógios).

Ao sair, certifique-se de que as portas e janelas voltadas para áreas externas estão trancadas, inclusive a garagem.

Procure conhecer seus vizinhos - onde trabalham, telefones, hábitos, horários de saída e chegada.

Selecione criteriosamente os prestadores de serviço de sua residência, com referências anteriores.

Instale grade nas janelas, olho mágico e trancas nas portas.

Não forneça dados pessoais por telefone e oriente os empregados para que façam o mesmo.

Ao viajar, suspenda a assinatura de jornais e revistas e solicite a uma pessoa de confiança que pegue suas correspondências.

As crianças devem ser orientadas para não abrir a porta para estranhos e nem trazê-los para casa sem autorização.

Mantenha o controle das chaves de sua residência, só fornecendo cópias para pessoas de confiança.

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Mesmo que o momento exija cuidados, não se precipite. Comprar uma arma, por exemplo, pode ter conseqüências trágicas.

Procure manter a calma diante de uma arma, mesmo que isso pareça difícil. O bandido está sempre mais nervoso do que a vítima, mas, em geral, não tem a intenção de matar.

Não reaja, nem tente fugir. Forneça o que exige o criminoso. Assim, o tempo do roubo será menor.

Não faça movimentos bruscos e procure alertar o assaltante dos gestos que pretende realizar, como pegar uma carteira, por exemplo.

Tenha consciência de que há possibilidade de existir outra pessoa dando cobertura ao crime.


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O conhecimento da história do calibre .40 (conhecido como calibre policial) e seus reflexos na área tático-operacional, são fundamentais para que possamos compreender o seu surgimento, quais sãos as suas características e, ainda, qual sua eficácia quando comparado a outros calibres.

O calibre .40 foi desenvolvido pela empresa americana de armamento e munição Smith & Wesson (em 1990), em decorrência do famoso incidente de Miami (conhecido como “Tiroteio de Miami” - https://pt.wikipedia.org/wiki/Tiroteio_de_Miami_de_1986) onde alguns policiais do FBI foram fatalmente alvejados em um confronto armado.

Na época, os policiais portavam armas (pistolas e revólveres) com os seguintes calibres: 9mm, .45 e .357, armamento herdado desde a 1º e 2º Guerra Mundial.

Importante salientar, que esse estudo solicitado pelo FBI, para que a empresa americana desenvolvesse um calibre policial que tivesse um poder de parada maior e de incapacitação mais rápida que os já existentes, movimentou uma grande quantia financeira na corrida armamentista dos EUA, isto é, não podemos deixar de lado (precisamos entender) o apelo comercial e o impacto financeiro que um calibre novo afetaria dentro da indústria bélica americana.

O Brasil, por intermédio da Polícia Rodoviária Federal (1998), começou a adotar o calibre .40 (como calibre policial).

Atualmente, o FBI, após analisar o incidente de Miami, verificou que não foi o calibre utilizado pelos policiais que impediu a ação adversa dos meliantes, e sim, o aproveitamento dos disparos. Identificou-se que os policiais não acertaram os alvos (envolvendo uma questão técnica e de treinamento) e, durante o incidente, algumas armas não foram sequer sacadas. Desde então, o FBI voltou a adotar como padrão nos EUA o calibre 9mm.

No Brasil, existem alguns estudos, baseados nos dados fornecidos pelo FBI, nos quais órgãos de segurança pública realizaram testes científicos comparando o aproveitamento, rapidez de engajar alvos múltiplos, capacidade de munição, velocidade de recuperação da visada, desgaste do armamento, investimento de insumos, entre outros critérios, do calibre .40 e o calibre 9mm, como por exemplo, o Parecer Técnico N. 001/CIAPMB/SESP/2017 – MT, da Secretaria de Segurança Pública dos Estado do Mato Grosso.



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